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País França

França

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Avaliação Média
dos Produtos

90,6
Excelente
 
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Dados gerais

Localização

Oeste da Europa, delimitado pela Baía de Biscay e o Canal da Mancha, entre a Bélgica e a Espanha; delimitado pelo Mar Mediterrâneo, entre a Itália e a Espanha.

Latitude

46º00’N

Longitude

02º00’L

Relevo

Planícies baixas na maior parte, com encostas no norte e oeste; algumas montanhas especialmente o Pireneus no sul e Alpes no leste.

Clima

Frio no inverno e ameno no verão, ao longo do Mediterrâneo o inverso é menos frio e no verão é quente.

Produção

4.963.300.000 (litros / ano) em 2011

Consumo

45,6 (litros per capita / ano) em 2011

Exportação

1.411.000.000 (litros / ano) em 2011

Importação

479.900.000 (litros / ano) em 2003

Superfície

643.427 km²

Área Plantada

884.000 hectares em 2004

População

65.630.692 hab. em 2011

Descrição

A França é um país em que o vinho está inserido no cotidiano de seu povo, o vinho é um trunfo de seu povo, motivo de orgulho e prestigio internacional, seus vinhedos são a expressão máxima de qualidade, onde o Terroir é gritante e fundamental, tendo diferentes tipos de vinhos em pequenos espaço de terrenos. A França merece toda a fama que tem, mas assim como acontece com outros produtos, nem tudo que vem de uma determinada zona de produção, que possuiu certo prestígio, é bom, e com o vinho não é diferente. A França tem vinhos excepcionais e também grandes vinhos que devem ser bebidos sem grandes preocupações.

Na frente da Itália, a França é o maior produtor de vinhos do mundo. Apesar do desenvolvimento da vinha nos países do Novo Mundo, a França mantém uma posição privilegiada; mas estes dados devem ser interpretados com prudência, considerando-se as novas plantações que farão aumentar a produção nos Estados Unidos e na Austrália. A concorrência dos vinhos estrangeiros é importante, em vista da tendência à diminuição do consumo mundial, que não acompanha o aumento da produção.

Histórico

Sobre a origem da vitivinicultura na França existe uma verdadeira batalha entre os historiadores. Há os que acreditam nos registros dos Romanos e outros acham que os predecessores dos Celtas estabeleceram a elaboração de vinhos na França. Há ainda os que acreditam que os franceses da idade da pedra eram vinhateiros, pois no lago de Genebra foram encontradas sementes de uvas selvagens que indicam o seu uso há 12.000 anos ou mais. Segundo a "Escola Celta" os empreendimentos do ocidente são ignorados por não terem registros escritos. Os celtas da Gália foram ativos e agressivos. Eles dominaram quase toda a região dos Alpes, na época em que os atenienses dominavam a Grécia, invadindo a Lombardia na Itália (onde fundaram Milão) e alcançando Roma, chegaram à Ásia Menor, penetrando na Macedônia e alcançaram Delphi e fundaram um acampamento no Danúbio, em Belgrado,

Os gauleses antigos já tinham contato com os vinhos do Mediterrâneo por longo tempo e, como já foi dito, os gregos haviam fundado Marselha em 600 a.C., elaborando e comercializando vinhos com os nativos. Os celtas do interior da Gália ainda não tinham alcançado o sul da França nessa época; ali habitavam os ibéricos do norte da Itália e da Espanha. Se havia vinhedos celtas na Gália eles não chegaram ao mediterrâneo. É difícil acreditar que na França havia vinhedos, pois os chefes gauleses pagavam um preço exorbitante pelos vinhos aos comerciantes romanos: um escravo por uma ânfora de vinho, isto é, trocavam o copo pelo copeiro. Marselha tornou-se parte do Império Romano por volta de 125 a.C., mas continuava sendo considerada uma cidade grega.

A primeira verdadeira colônia romana na França foi fundada anos mais tarde na costa a oeste em Narbo (hoje Narbonne) que se tornou a capital da província de Narbonensis e, de fato, de toda a chamada "Gália Transalpina". Com ponto de partida na Provence, os romanos subiram o vale do Rhône e mais tarde no reinado de César dirigiram-se a oeste e chegaram a região de Bordeaux. Bordeaux, Borgonha e Tréveris provavelmente surgiram como centros de importação de vinho, plantando a seguir as suas próprias videiras e obtendo vinhos que superaram os importados. No século II havia vinhedos na Borgonha; no século III , no vale do Loire; no século IV, nas regiões de Paris, Champagne, Mosela e Reno. Os vinhedos da Alsácia não tiveram origem romana e só surgiram no século IX.

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