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País Grécia

Grécia

 

Dados gerais

Localização

Sul da Europa, delimitado pelo Mar Egeu, Mar Jônico e Mar Mediterrâneo. Encontra-se entre a Albânia e a Turquia.

Latitude

39º00’N

Longitude

22º00’L

Relevo

Montanhoso na maior parte. Possui várias cadeias de montanhas que se estendem até o mar em forma de penínsulas ou ilhas.

Clima

Temperado. Invernos úmidos e brandos. Verões secos e quentes.

Produção

429.500.000 (litros / ano) em 2004

Consumo

22,3 (litros per capita / ano) em 2003

Exportação

36.400.000 (litros / ano) em 2003

Importação

30.500.000 (litros / ano) em 2003

Superfície

131.940 km²

Área Plantada

130.000 hectares em 2003

População

10.706.290 hab. em 2007

Descrição

Os vinhos gregos são de ótima qualidade e diferem-se a cada região. No país são cultivadas cerca de 250 variedades de uvas. Entre os brancos, são famosos os de Santorini, alguns premiados na Europa, com suas uvas assirtico, atiri e aidani, cultivadas em solo vulcânico. Em Limnos, Rodes e Patra destacam-se os moscatos e em Kefalonia, o moscato e o robola. Os tintos mais famosos são de Nemea, Creta, Naussa, Rodes, Paros e todo o norte da Grécia. Os doces, para aperitivos ou sobremesas, também chamados de vinho santo, são maravilhosos, como os de Samos, Patra, Santorini e Limnos.

A Retsina é um tipo de vinho aromatizado pela resina do pinho que é típico e adorado pelos gregos. Muitos são de fabricação caseira. Quando fresco é suave e parece um branco leve, apesar da maior graduação alcoólica. No engarrafado, sobressai mais o gosto de resina da madeira do barril e assume um paladar diferente. Recomenda-se degustá-lo bem gelado na praia, ou à tarde como aperitivo. Alguns gregos o misturam com clube soda ficando parecido com um espumante refrescante.

Histórico

Berço da civilização ocidental, terra mítica de Dioniso, o deus do vinho e das festas, a Grécia produz fermentados de uva há 4 mil anos. Por meio de suas colônias, os cidadãos da antiga Grécia, que viam a bebida como um importante elemento da cultura clássica, introduziram a vinha em várias partes do Mediterrâneo, como na Sicília e no sul da Itália e da França, e até no Mar Negro.

Não faltam testemunhos da presença marcante do vinho grego no mundo clássico, seja na forma de escritos, como a poesia de Homero, ou de artefatos de um passado glorioso, como as ânforas para transportar e servir a bebida. Mas, como se sabe, ao longo de sua rica história, a Grécia foi perdendo importância. Acabou subjugada pelos romanos e, mais tarde, acomodada dentro do Império Bizantino. Para o vinho local, as trevas vieram no fim do século XV, quando Atenas caiu sob o jugo do Império Turco Otomano, que desestimulava a produção e o consumo de bebidas alcoólicas. O período negro se estendeu por cerca de quatrocentos anos, até o fim da dominação turca, no início do século XIX. Mas ainda demoraria algum tempo para o cultivo da vinha voltar a florescer.

Somente no século XX, sobretudo após a Segunda Guerra Mundial, quando os conflitos naquela explosiva região realmente cessaram, os gregos puderam se dedicar a reinventar seus tintos e brancos. Nascia o moderno vinho grego, cujos contornos atuais vêm sendo desenhados nas últimas décadas.

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