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País Canadá

Canadá

 

Dados gerais

Localização

Norte da América do Norte.

Latitude

60º00’N

Longitude

95º00’O

Relevo

Possui planícies na maior parte, com montanhas no oeste e baixadas no sudeste.

Clima

Varia de temperado no sul a subártico a ártico no norte.

Produção

35.900.000 (litros / ano) em 2004

Consumo

10,9 (litros per capita / ano) em 2003

Exportação

2.900.000 (litros / ano) em 2003

Importação

269.700.000 (litros / ano) em 2003

Superfície

9.984.670 km²

Área Plantada

11.000 hectares em 2003

População

33.390.141 hab. em 2007

Descrição

A maioria dos vinhos canadenses não faz sucesso do outro lado da fronteira, e com razão, mas as coisas têm mudado para melhor. Os esforços com o Ice Wine têm sido excelentes, e o recente foco em outros estilos está ganhando o reconhecimento dos produtores pelo consistente trabalho.

Os vinhos da atmosfera canadense nunca serão exultantes ou ousados, e o rápido crescimento da indústria oferece agora um agradável e aromático vinho de mesa. A alta acidez é típica, e muitos vinhos precisam de chaptalização. Os vinhos brancos de regiões frias lideram as vendas, mas o crescente número de discretos vinhos tintos, especialmente os Pinot Noir e Merlot, estão se aproximando rapidamente. A maioria é de vinhos encorpados, elegantes e são excelentes acompanhamentos para comida.

Além de seus Vinhos de Mesa, o Canadá desenvolveu uma especialidade no acima mencionado Ice Wine, produzido na região desde 1970. Esta saborosa bebida é feita a partir de uvas super amadurecidas, deixadas nas vinhas até estarem literalmente congeladas, e isto ocorre habitualmente em Janeiro. As uvas são prensadas e o gelo descartado, restando somente uma ou duas gotas do açúcar concentrado de cada uva. Com um teor brix de 35 graus, a fermentação naturalmente termina em baixos 10 por cento. A doçura natural do Ice Wine é balanceada com uma acidez pura, de modo que os alemães, que primeiramente inventaram o conceito, devem cobiçá-la. A produção, claro, é naturalmente limitada.

Histórico

O crescimento do vinho começou em pequena escala, na Província de Ontário na metade do ano de 1800, e no longínquo Oeste na Columbia Britânica por volta de 1900. Durante estes antigos anos a Igreja Católica encorajou a indústria a produzir os Vinhos Sacramentais, especialmente no Vale Okanagan na Columbia Britânica, e na Província de Québec. Em contraste aos Estados Unidos, quando a proibição veio ao Canadá (de 1916 a 1927), o vinho não era assimilado (ou proclamado) como uma bebida alcoólica, e por isso a pequena indústria se intensificou sem interrupções.

E ainda no Canadá, o fator de controle da produção de vinho tem sempre sido a baixa temperatura. Os vinhos mais novos, feitos de uvas nativas são mais alcoólicos e excessivamente doces para serem satisfatórios como vinhos de mesa, e é por isso que a produção do vinho é um negócio pequeno e regional.

Quando, nos anos 70, os consumidores começaram a buscar vinhos para o jantar, as uvas mescladas e viníferas francesas foram levadas ao Canadá em substituição às uvas nativas. Os produtores, comprometidos em proteger o mercado local, deram maior ênfase nas grandes produções e sentiram uma pequena necessidade de aperfeiçoamento da qualidade do vinho.

Quando muitas videiras, ambas híbridas e viníferas, foram terrivelmente danificadas durante o inverno de 1978 e de 1979, ficou claro que para o sucesso e até mesmo sobrevivência das mesmas, a correta variedade de opções e a seleção do posicionamento seriam críticas. E este processo continua até hoje.

A política de livre intercâmbio de mercadorias estabelecida com os Estados Unidos em 1987 posicionou a indústria canadense de vinhos em uma competição séria, e muitos vinhos híbridos foram imediatamente substituídos pelos viníferos, em maior concordância com a demanda do mercado.

Ontário agora está focada nas variedades clássicas, e poucos híbridos como Baco Noir, Marechal Foch e Vidal que provaram ter êxito por seus próprios méritos, ainda são produzidos.

Atualmente, na Columbia Britânica todos os vinhos são feitos de acordo com as variedades européias, com apenas 200 acres de híbridas (quase 5 por cento do total) remanescentes em 2000. As menores e mais frias áreas como Québec e Newfoundland cultivam o que podem, usualmente híbridas.

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