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Vinícola Portugal

Adega de Pegões

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Dados gerais

Razão social

Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões

Localização

Portugal, Península de Setúbal, Terras do Sado

Fundação

1958

Local do vinhedo

Portugal, Península de Setúbal, Terras do Sado

Área plantada

967 hectares.

Proprietário

-

Enólogo

-

Produção anual

Mais de 6.000.000 de litros.

Exportação

Exporta 15% de toda sua produção.

Descrição

Pegões é hoje uma adega moderna e competitiva reconhecida tanto a nível nacional como internacional, com inúmeras distinções e prémios nos mais renomados concursos mundiais de vinhos.
Possui uma área vinícola de 967 hectares que produzem em média 7.000.000kg de uva, sendo 74 por cento tinta e 26 por cento branca. As castas tintas produzidas são o Castelão (Periquita) 92 por cento, Touriga Nacional, Aragonês, Trincadeira, Cabernet Sauvignon, Shiraz, etc. com 8 por cento. Nas brancas predominam o Fernão Pires 40 por cento, Moscatel 25 por cento, Tamarez, Arinto, Antão Vaz, Chardonnay, etc, 35 por cento.
Regista uma diversidade de marcas para a sua gama de produtos, que vai desde os vinhos de mesa passando pelos regionais, DOC, Garrafeira, Colheita Selecionada, Moscatel, Aguardentes, Espumantes, etc.

Vende a totalidade da sua produção engarrafada (mais de 6.000.000 de litros) 85 por cento para o mercado nacional e 15 por cento para o internacional.

Histórico

A cerveja transformou-se em vinho

1. Foi o grande proprietário rural e industrial de cerveja José Rovisco Pais quem doou as suas herdades de Pegões aos Hospitais Civis de Lisboa.
Nelas viria a ser executado o maior projecto de Colonização Interna com a fixação de centenas de casais agrícolas e a plantação de 830 hectares de vinha.
A Cooperativa Agrícola, constituída por Alvará de 7 de Março de 1958, veio fornecer o apoio técnico e logístico à elaboração dos primeiros vinhos de Pegões.

2. Numa primeira fase da sua existência, a Cooperativa beneficiou de substanciais apoios financeiros e tecnológicos do sector estatal.
Seguiu-se uma fase de ocupação e desequilibrio, consequente do processo revolucionário em curso (1975 – 76).
Finalmente nos últimos 15 anos, a Cooperativa empreendeu uma estratégia sistemática de modernização e estabilização financeira com o objectivo de melhorar e valorizar os vinhos da sua marca.
Neste período, a Cooperativa investiu cerca de 7.000.000€ para dotar a Adega com sistemas de vinificação e estabilização a frio, revestimento a “EPOXY” dos primitivos depósitos de cimento, complexo de cubas de INOX para fermentação com controle de temperatura, prensas de vácuo e pneumáticaas, modernas linhas de enchimento e rotulagem, ETAR, caves para estágio de vinhos com mais de 1.000 barricas, obras de beneficiação e conservação geral de edifícios e pavimentação dos acessos fabris. No plano da organização interna, avançou-se na informatização da empresa que, neste momento, está certificada na norma NP EN ISO 9001: 2000 e HACCP.

A Diferenciação – “Terroir de Pegões”

Situada entre duas reservas naturais, a do Estuário do Tejo a Noroeste e a do Sado a sudoeste, a poente a Serra da Arrábida e a nascente de Barros Alentejanos, a região de Pegões apresenta condições edafo-climáticas privilegiadas.
Com clima de influência mediterrânea e localizada na mancha de solo plano denominada por “Pliocénio de Pegões”, caracterizada por um solo arenoso pobre formado ao longo de milhões de anos pelo depósito das areias transportadas pelos rios Tejo e Sado, origina vinhos de características ímpares, próprios de um terroir que só em Pegões existe.

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