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Vinícola Brasil

Villa Francioni

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Avaliação Média
dos Produtos

92,3
Excelente
 
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Dados gerais

Razão social

Villa Francioni

Localização

Brasil, Planalto Catarinense, São Joaquim

Fundação

-

Local do vinhedo

Brasil, Planalto Catarinense, São Joaquim

Área plantada

50 hectares em 2007

Proprietário

-

Enólogo

Orgalindo Bettú

Produção anual

90 mil garrafas em 2007

Exportação

-

Descrição

A Vinícola Villa Francioni é a materialização de um sonho do saudoso empresário fundador da Cecrisa, Dilor de Freitas. O empreendimento é composto por duas fazendas - uma em Bom Retiro e outra em São Joaquim – que juntas somam 50 hectares de vinhedos plantados.

O complexo da vinícola, localizada na fazenda de São Joaquim, tem exatos 4.478, 57 m² de área, com capacidade para produzir 300 mil garrafas por ano. Entre as variedades plantadas estão Chardonnay, Merlot e Cabernet Sauvignon – mudas selecionadas e importadas da França e Itália – além de Pinot Noir, Cabernet Franc, Sauvignon Blanc, Petit Verdot, Nebbiolo, Malbec, Syrah e Sangiovese.

Administrada por um conselho de administração composto pelos filhos de Dilor Freitas, a Villa Francioni já é um referencial de qualidade e exclusividade no mercado de vinhos brasileiro.

Histórico

A paixão pela arte da vitivinicultura levou um homem a não estabelecer limites na construção de um verdadeiro monumento artístico: Villa Francioni.

Dior de Freitas, empresário no ramo da indústria cerâmica, sempre foi um apaixonado pelas coisas do vinho.

Quando vendeu a Cecrisa começou a construir um sonho: erigir uma obra que teria por finalidade “enriquecer a celebração da vida ao sabor de um elegante vinho elaborado com amor e arte.”

Colhendo informações ao redor do mundo, percorrendo com uma equipe as melhores regiões produtoras ou dialogando com enólogos, fundou a Villa Francioni, uma vinícola diferenciada, encravada no basalto, na região catarinense de São Joaquim, onde encontrou o Terroir que deveria fazer toda a diferença na vitivinicultura sul-americana.

A vinícola foi construída em patamares sucessivos desde o saguão de entrada até as caves encravadas no basalto, dez metros abaixo do primeiro nível, onde a temperatura média não passa dos 11º C.

Em cada patamar a arte se faz presente. O mobiliário é todo formado por peças adquiridas em antiquários de várias partes do mundo, o mesmo entre as peças de decoração.

Um amplo salão no primeiro patamar expõe obras de artistas regionais.

Outras obras se espalham pelos corredores, culminando onde os elementos da uva e do vinho ao longo da história são destaques. De um corredor externo, protegido por vidro, para que o visitante desfrute do frio sem senti-lo, avistam-se os vinhedos, com controle de cobertura.

Toda a arte se espalha em meio às partes funcionais da vinícola, desde o local de recebimento das uvas até a expedição do vinho.

A vinícola foi construída com 650 mil tijolos retirados de velhas casas demolidas, completando o cenário artístico. Contemplando-se as barricas que repousam no último patamar tem-se a confirmação do sonho do fundador: elevar a vitivinicultura à categoria de arte.

Dilor não viveu para usufruir do sonho, falecendo em 2004. Villa Francioni é uma obra de arte, o que se procura também na qualidade de seus vinhos.

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