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Vinícola Espanha

Marqués de Riscal

 

Dados gerais

Razão social

Herederos del Marqués de Riscal

Localização

Espanha, Rioja

Fundação

1858

Local do vinhedo

Espanha, Rioja

Área plantada

1666 hectares em 2008

Proprietário

-

Enólogo

-

Produção anual

-

Exportação

Mais de 70 países.

Descrição

Marqués de Riscal comercializa seus produtos em mais de 70 países e vem conquistando prêmios e referências na imprensa especializada.

Os vinhos Marqués de Riscal representam uma marca ícone no Brasil dentro da categoria premium espanhóis e são reconhecidos por sua qualidade e prestígio no mercado internacional.

Herdeiros de Marqués de Riscal é uma empresa pioneira do setor vitivinícola. Em 1858 tornou-se a primeira bodega da região de Rioja - Espanha, onde elaborava vinhos segundo método bordalês. Mais tarde, tornou-se a primeira bodega impulsora da Denominação de Origem Rueda, onde hoje se elaboram os famosos vinhos brancos de Marqués de Riscal.

A bodega Marqués de Riscal é reconhecida internacionalmente pela qualidade de seus vinhos. Mas não é apenas em vinhos divinos que a anciã tem investido e se destacado. O inovador e surpreendente hotel Marqués de Riscal localizado em Elciego, Espanha tem deslumbrado tanto quanto a bebida.

O empreendimento faz parte do projeto “Cidade do Vinho”, que reúne a própria bodega e o hotel projetado pelo excepcional arquiteto canadense Frank O. Gehry. Conhecido pelos vinhos de sabor primoroso, a bodega Marqués de Riscal inova e surpreende com seu hotel em Elciego, Espanha.

Histórico

A história da vinícola começa em 1858, quando Don Camilo Hurtado de Amézaga, Marqués de Riscal, recebe a incumbência de contratar um enólogo para mostrar as técnicas utilizadas no Médoc - França, objetivando produzir vinhos na região de Rioja, dentro dos padrões franceses. Foi assim que Don Camilo contratou Jean Pineau, viticultor do Château Lanessan, em nome dos viticultores alavenses.

Neste mesmo ano, o Marqués de Riscal envia a Rioja 9.000 mudas de parreiras de Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec e Pinot Noir para cultivar nos vinhedos riojanos, que até então só cultivava as uvas Tempranillo e Graciano. Os esforços da comunidade e de Jean Pineau foram logrados pela grande capacidade de envelhecimento dos novos vinhos que passaram a fermentar em carvalho francês.

Para a época, a sofisticação da produção fez com que os preços subissem muito e a comercialização foi prejudicada. Os cultivadores desistiram do projeto de Don Camilo e Pineau e passaram a produzir seus vinhos por conta própria. A primeira medida tomada foi à contratação do arquiteto Ricardo Bellsola, que foi até a região de Bordeaux pesquisar os mais prestigiados Chateaux do Médoc, Graves e Saint-Emilion. Ao retornar de Rioja, projetou uma nova cave, totalmente construída de pedras e com enormes galerias para a vinificação.

Os 39 hectares de cultivo das vinhas do Marqués de Riscal já estavam prontos. 75% do terreno foi destinado às uvas Tempranillo, Graciano e Mazuello. Nos 25% restantes já cresciam os ramos de Merlot, Cabernet-sauvignon, Malbec e Pinot Noir, que foram plantados 2 anos antes.

Seguindo as técnicas de cultivo bordalesas, método consolidado desde o século XVIII, a nova vinícola do Marqués de Riscal começa a comercializar os vinhos em tonéis e em 1862 engarrafa seus primeiros sumos para fermentação.

Cinco anos depois a vinícola já colhia os frutos de todo o seu esforço com prêmios nas principais exposições de Bordeaux em 1865; Bayone em 1865; Dublin em 1866; Paris em 1872; Viena em 1873 e de novo em Paris em 1878 com a medalha de ouro. O maior prêmio recebido foi o Diploma de Honra na XIII Exposição de Bordeaux em 1895, maior titulação que um vinho pode receber, sendo o Herederos de Marqués de Riscal, a primeira vinícola não francesa a recebê-lo. A menção ao feito aparece em todos os rótulos na parte inferior, em cada garrafa.

Um passo muito importante para a vinícola dos Herederos de Marqués de Riscal foi a decisão na década de 70 em produzir vinhos brancos. O grande desafio foi dar aos vinhos brancos a mesma qualidade e prestigio que a casa e clientes já estavam acostumados com os vinhos tintos. Para tanto, o enólogo francês Émile Peynaud foi contratado para assessorar a vinícola e depois de 2 anos de muitos testes, a região de Rueda foi escolhida para produzir os vinhos brancos. Até então a região de Rueda não era conhecida pelo estilo de vinho que seria produzido: jovens, frescos e com notas de frutas.

Pouco tempo depois, outros produtores começaram a elaborar seus vinhos naquela região e em 1980, a sua importância era tão grande que foi preciso criar o Conselho Regulador da Denominação de Origem de Rueda. Hoje a Denominação de Origem tem 30 viticultores associados.

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