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País Alemanha

Alemanha

 

Dados gerais

Localização

Europa central, delimitado pelo Mar Báltico e o Mar do Norte, entre a Holanda, Polônia e sul da Dinamarca.

Latitude

51º00’N

Longitude

09º00’L

Relevo

Vales no norte, Planalto no centro, Alpes no sul

Clima

Temperado, frio, inverno e verões úmidos.

Produção

961.100.000 (litros / ano) em 2011

Consumo

24,6 (litros per capita / ano) em 2011

Exportação

412.800.000 (litros / ano) em 2011

Importação

1.190.600.000 (litros / ano) em 2003

Superfície

357.021 km²

Área Plantada

102.000 hectares em 2003

População

81.305.856 hab. em 2011

Descrição

Os Vinhos alemães são provenientes de 13 regiões, onde 65 mil vinhedos produzem uma grande diversidade de vinhos típicos regionais. As regiões de vinicultura estão concentradas – com exceção da Saxônia e Saale-Unstrut no Leste – no Sudeste e no Sul do país. São cultivadas cerca de 140 castas de uvas, mas importância comercial têm apenas umas duas dúzias delas, especialmente a dos vinhos brancos Riesling e Müller-Thurgau. A Alemanha produz 65 por cento de vinhos brancos e 35 por cento de vinhos tintos. Nove milhões de hectolitros, cerca de um quarto da produção anual, é exportada, principalmente para os Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Escandinávia.

O vinho da Alemanha tem conquistado cada vez mais o mercado, tanto no país quanto no exterior. Apesar da forte concorrência de vinhos internacionais, principalmente do Mediterrâneo, africanos e australianos, também no mercado interno as vendas dos produtos nacionais aumentaram 1,2%, para 37%, segundo os dados fornecidos pelo Instituto do Vinho Alemão (DWI).

A expansão do produto se deve, principalmente, à forte mudança de imagem das uvas riesling, típicas da Alemanha. O sucesso da uva riesling não se deve apenas ao seu sabor. Os comentários positivos de renomados jornalistas e especialistas em vinhos sobre a variedade têm contribuído para aumentar as vendas. Na classificação do "guru" do vinho, Robert Parker, aparecem mais de cem vinhos alemães com nota entre 86 e 94 (de um máximo de 100).

Histórico

Os missionários franciscanos plantaram as primeiras videiras na Califórnia por volta de 1779. Durante os cem anos que se seguiriam, as uvas plantadas pelos missionários continuaram sendo a base da viticultura na Califórnia, chegando aos pequenos viticultores em Los Angeles. O desenvolvimento da região estendeu-se para todo o estado e a fama da Califórnia como a região do vinho espalhou-se da mesma forma com que no norte Cáucaso (Rússia).

Seguindo a Corrida do Ouro, em 1849, a população e os vinhedos instalaram-se no norte da baía do San Francisco e adjacências. O condado de SONOMA era o centro da atividade viticultural em 1891 e tinha 22.683 acres / 9.180 ha, destes, 18.000 acres pertencentes ao Napa Valley. No fim do século XIX um estouro extraordinário do investimento nos vinhedos beneficiou não apenas estes condados do norte da costa, mas também a Livermore e Santa Clara.

No final do século, a maioria das regiões da Califórnia que hoje são produtoras, já estava instalada, na época, com produção acima de 30 milhões gal / 1,1 milhão hl, na maior parte do norte, Sonoma, Napa e Santa Clara. Em 1870, a região central da Califórnia também se tornou produtora, especialmente os condados de Fresno e Madera, que se tornaram famosas pela produção de vinhos baratos. O estado incentivava a produção, visto que o acelerado crescimento e o desenvolvimento viticultor refletiam de forma esplêndida na economia dos EUA.

Em 1880, entretanto, haviam sinais adiantados de phylloxera vastatrix, a primeira barreira enfrentada pela indústria, que acabou devastando a produção de vinhos na Califórnia. Somado a isso, ainda houve a proibição por decreto legal que levantou uma barreira ainda maior para a viticultura, que praticamente foi extinta.

Imediatamente após a proibição, o mercado exigiu uma maior produção de vinho doce. Após a Grande Depressão, a Segunda Guerra Mundial, e a popularização do uísque, os produtores tiveram de utilizar-se de blend, para produzir vinhos semelhantes aos da Europa, usando nomes genéricos como Bourgogne e Chablis aproveitando a ignorância geral do público.

Já com um mercado mais estável, a produção acelerou-se. Aumentou o número de viticultores e surgiu maior variedade de vinhos de maior qualidade impulsionados pela demanda que exigia um produto com características melhoradas. O mercado respondia rapidamente, e nos anos 90 o número de produtores de vinho no estado chegava mais uma vez próximo de 800, quase todos vendiam sua produção sob seus próprios rótulos. Atualmente a produção na Califórnia está bem acelerada, com marcas conhecidas e renomadas no mercado que não raramente têm participado de competições e muitas vezes saído vitoriosa.

A complexidade, riqueza e qualidade, já são características presentes nos vinhos californianos e tem repercutido em todo o mundo, tais atributos associados a esta região certamente a posiciona como uma das melhores produtoras do chamado Mundo Novo.

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