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País Israel

Israel

 

Dados gerais

Localização

Oriente Médio, delimitada pelo Mar Mediterrâneo, entre o Egito e o Líbano.

Latitude

31º30’N

Longitude

34º45’E

Relevo

Deserto Negev ao sul; planície costeira baixa; montanhas centrais; Vale Jordan Rift.

Clima

Temperado, quente e seco no sul e nas áreas desertas do leste.

Produção

5.700.000 (litros / ano) em 2003

Consumo

0,9 (litros per capita / ano) em 2003

Exportação

2.900.000 (litros / ano) em 2003

Importação

-

Superfície

22.072 km²

Área Plantada

7.000 hectares em 2003.

População

7.353.985 hab. em 2010

Descrição

Israel é talvez o berço da produção de vinhos. Com a difusão do islamismo na região, os vinhedos foram destruídos. Com a volta dos judeus à Terra Santa no séc. XIX, as vinhas voltaram a ser plantadas, mas a revolução qualitativa dos vinhos israelenses somente ocorreu na década de 80, com o plantio de variedades nobres de uvas em locais mais frescos.

Hoje, apenas 15% da produção é voltada a vinhos feitos exclusivamente para cerimonias religiosas e os melhores produtores conseguem talhar vinhos de qualidade bastante elevada. Nas colinas da Judeia, Domaine du Castel, o melhor produtor do país, cria vinhos ricos e cheios de personalidade, com um acento regional e classe mundial.

Histórico

A produção de vinho em Israel reporta à Antiguidade, mas a existência de um mercado estabilizado do vinho data do fim do século XIX, quando o Barão Edmond de Rothschild presenteou Israel: ele fundou duas vinícolas em Rishon Le Zion perto de Tel Aviv e em Zichron Jaacov, no sul de Haifa. Com uma fatia de 60% do mercado, ainda são essas as maiores produtoras de vinhos em Israel e negociam seus vinhos sob a marca "Carmel".

Israel possui hoje 6.000 hectares de vinhedos, especialmente nas montanhas quentes da costa de Samson e Samaria (ainda a maior região produtora), produzindo as uvas Carignan, Grenache e Sémillon, que servem aos vinhos doces para fins religiosos. O interesse é especial para vinho “puro ou abençoado“.

Na metade dos anos 70, Cornelius Ough, na época Diretor da Universidade da Califórnia em Davis, descobriu que o clima frio de Golan apresentava as condições ideais para a cultura da uva. Hoje há vinhedos nessa região e também na Galiléia superior, sobre solo basáltico de origem vulcânica, em uma altura de até 1100 m, dos quais são produzidos os melhores vinhos de Israel.

A introdução das uvas clássicas nos anos 80, primeiramente a Cabernet Sauvignon, depois Merlot e Chardonnay, marcam o início da produção de vinho seco de mesa e espumante de qualidade a concorrer internacionalmente. A Golan Heights Winery, na pequena cidade de Katzrin, em Golan, produz Chardonnay e Cabernet ("Yarden" é a melhor marca), e espumantes com amadurecimento em barris de carvalho e produzidos a partir do método clássico, além do complexo Merlot. Barkan, a terceira maior vinícola de Israel produz Sauvignon blanc e Cabernet Sauvignon de boa qualidade. A produção fica em torno de 4,5 milhões de garrafas por ano. Em um trabalho conjunto com um Kibbutz, foi fundada uma segunda vinícola em Golan, a Galil Mountain, que trabalha fundamentalmente com uvas de castas internacionais. Newcomer são a Dalton, na fronteira libanesa, com Cabernet, Merlot e Chardonnay envelhecidos em barris de carvalho; Tishbi, da vinícola do Barão; Recanati em Emek Hefer e Cfar Tabor na Baixa Galiléia. Domaine du Castel é a empresa mais ambiciosa: o vinho tinto permanece 2 anos em novos barris de carvalho francês. O segundo vinho, o "Petit Castel", é quase tão bom quanto esse, contém menos aroma de carvallho e não é tão caro.

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